Ensino religioso nas escolas públicas vai a julgamento no STF: o que seria uma verdadeira vitória do Estado Laico?, artigo

As Constituições brasileiras, por pressão da Liga Eleitoral Católica de ontem e de hoje, estabelecem, desde 1934, o ensino religioso nas escolas públicas como disciplina de oferta obrigatória e matrícula facultativa. Talvez por sua aparente facultatividade, talvez porque persista uma visão ingênua e branca que teima em perceber o tamanho do problema, essa previsão arcaica tenha sobrevivido às pressões de formação de um Estado verdadeiramente laico no Brasil, pressões dos movimentos feministas que retiraram o “casamento indissolúvel” do texto constitucional e legal; e dos movimentos de diversidade que levaram o STF a atualizar o texto de 1988 para relativizar, em nome dos direitos fundamentais de liberdade, a limitação da união “estável entre o homem e a mulher como entidade familiar”.

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